domingo, 12 de fevereiro de 2012

De volta dos tachos





Infalível é o adjectivo que melhor descreve a escolha para o almoço de hoje. Corre sempre bem e sabe ainda melhor.
Os ingredientes, o modo de confecção e a foto aqui.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

...

Pior do que não ter noção dos limites é não ter noção das próprias limitações.

E chega porque afinal de contas hoje é sexta-feira.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Deus dá o frio consoante o cobertor


Cá está. Para ver se acaba a conversa do "vocês aí é sempre 20º". Não é. Claro que o sul é mais abrigado e a norte o tempo é mais frio. É preciso lareira, aquecedores e eu não dispenso uma manta para os serões no sofá.
Na rua, durante o dia, há de tudo como na farmácia. Desde pessoas com golas de lã até aos turistas de calções e sandálias. Os termóstatos são, por assim dizer, variáveis.

A foto não é minha mas está bem identificada ali no cantinho direito.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

E esta(s), hein? #5


Abstraindo a parte dos erros, vários e para todos os gostos, há a salientar o facto de esta ser uma típica casa portuguesa onde aos Domingos, ao serão, se fala sobre política, a vida em geral e actividade paranormal.
Diz a sabedoria popular que as conversas são como as cerejas...

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Alfinetadas


Por imposição das novas colecções, que ainda não vi ao vivo mas sei de fonte limpa sobre o que escrevo, a designação da cor dominante da imagem anterior "verde água" foi sumptuosamente substituída  pelo estrangeirismo "mint". Aprendam que eu não duro para sempre.


E não se esqueçam de fazer pendant com a alimentação.

Isto não é bom...


...é um sonho regado com mel de cana da mais exemplar tradição regional.
É Carnaval não pode saber mal!

Fevereiro, curto mês e o menos cortês


Pelo Inverno que ainda vai a meio. [Ou estará só a começar?]
Pelos cortes.
Pelo aumento dos transportes.
Pelo trabalho [o novo] que aí vem.
Pelos dias que nunca mais crescem.
Pelos [restos mortais dos] saldos de castigo ao um canto das lojas para não perturbar as novas colecções.
Pelo preço das viagens de avião.
Pelos discursos patéticos de palavras sem alma.
Pela comiseração que muitos apregoam, mas quase nenhuns sentem.
E já agora, pelas celebrações importadas, mas tão mal aportuguesadas.