quarta-feira, 29 de abril de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
E continua...
domingo, 26 de abril de 2009
E por falar em gente pequena...
A week later...

... e ainda ando a cantarolar algumas músicas do espectáculo. Gostei, claro!! Identifico-me com a casa porque sei que de cada vez que me sento naquelas cadeiras sou teletransportada para os meus mundos paralelos, para todos os locais onde a minha inconstância me leva sempre sem pedir permissão. E eu raramente me escuso a um desses passeios. Vou de bom grado. Vou com sorriso. Vou sem aviso.
Depois de revisitar memórias longínquas volto com a alma cheia prosseguindo em passinhos leves e pequeninos. Depois de andar nas nuvens deslizo para terra e trago nos meus bolsos os cheiros, as emoções, as melodias, as movimentações e a vontade de voltar e voltar e voltar…
Pareço gente pequena… Who cares?
Depois de revisitar memórias longínquas volto com a alma cheia prosseguindo em passinhos leves e pequeninos. Depois de andar nas nuvens deslizo para terra e trago nos meus bolsos os cheiros, as emoções, as melodias, as movimentações e a vontade de voltar e voltar e voltar…
Pareço gente pequena… Who cares?
domingo, 19 de abril de 2009
A recompensa
sábado, 18 de abril de 2009
...
A prova de que entre portugueses, franceses e françogueses nem tudo são guerras é o jantar de logo à noite. A Boda Francesa está aprazada para as 20.30 no melhor restaurante que eu conheço: a minha casa.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Há 200 anos...
...a passagem dos soldados de Napoleão deixou um rasto de destruição e morte numa pacata e serena vila a norte. Nem o refúgio numa igreja serviu de indulto às populações que procuraram escapar à furia francesa. Depois de tomada de assalto a povoação ficou em chamas com quase uma centena de mortos pendurados de cabeça para baixo a comprovar a insídia francesa. Passam duzentos anos do Massacre da Buciqueira.
Há uma semana...
... o cenário era ainda provisório, não havia luzes, nem música, nem público.
... os actores não estavam todos, as roupas precisavam de ajustes e as deixas não estavam memorizadas.
... não havia aquele nervoso miudinho. Agia-se pelo puro prazer de quem faz o que gosta, sem medo de ser avaliado.
... não entravam pessoas estranhas. Estavam só os actores e eu. Estavamos em família.
... combinavam-se estratégias, posições, tempos e códigos.
... era o ensaio geral.
Hoje...
... é dia de ir ao teatro. 200 anos depois recria aspectos da passagem das tropas de Napoleão por Portugal com humor e boa-disposição.
... é a estreia da minha mãe e não me deixaram ir porque do perto se fez longe e da sensatez um despropósito.
Mas daqui eu ouço as palmas. Eu sei que houve palmas!
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