segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Resumo da tarde

Chá.
Pão de leite.
Chuva.
Testes para corrigir.

domingo, 28 de novembro de 2010

Haaay, wanna go for a walk?

São tão lindinhas e eu já mereço um motivo que explique claramente este meu estranho hábito de caminhar com os olhos postos no chão.

sábado, 27 de novembro de 2010

Diz que há sempre uma primeira vez e esta foi por uma boa causa


Pela primeira vez na vida comprei fraldas. Continuo sem perceber nada de tamanhos, mas de certeza que irão servir a alguém.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Reflexões

Foi há uma semana e há muito tempo que não tinha um aniversário tão sossegado. Fiz trinta e um anos e foi o aniversário do tira-teimas. Aqui onde agora moro não estão os melhores amigos e também não há quorum entre os familiares. Desta vez não fui à terrinha no fim-de-semana seguinte para fazer a festa e receber festas. Não preparei surpresas, mas tive algumas.


Houve quem se antecipasse muitos dias não para ser a primeira, mas porque está sempre primeiro.

Houve gente que me conhece bem e, no meio de muitas rotinas diversas, me ofereceu tempo à mesa num dia de semana.

Houve gente pequena com gestos do tamanho do mundo capazes de ensinar como palavras sentidas ficam para toda a vida.

Houve um intervalo diferente porque naqueles quinze minutos eu não fui só a professora e eles não foram só os meus alunos.

Houve quem cumprisse o insosso ritual do beijinho e do embrulhinho.

Houve quem se lembrásse mais tarde e houve quem se esquecesse para sempre.
Houve uma gentileza dos senhores da TAP que me ofereceram a voltinha da praxe até ao Porto Santo enquanto ansiavamos pela bendita visibilidade. Quase houve condições para se registar na pedra "nascida a 18/11, morrida num dia igual". Queriam...



terça-feira, 23 de novembro de 2010

Que bem que se está em casa...


Aromas agradáveis e luz de velas criam o ambiente que eu gosto de ter em minha casa. Falta a minha manta polar e o meu sofá para tudo ser perfeito.
Tão perfeito que os testes por corrigir estão noutra mesa. Amanhã também é dia, não de greve mas de folga.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

É meu, é meu, é meu


Não empresto o meu tralhedo informático a ninguém. Pronto... empresto mas faço-o sempre contrariada. É uma má vontade que não é má vontade, mas é irreprimível. Dificilmente consigo afastar-me muito da minha impressora quando está a ser manuseada por umas mãos que não lhes conhece os truques nem as manhas. Deixo sempre escapar um desconfiado "Pra quê?!" quando me perguntam se podem utilizar o meu portátil nem que seja só um bocadinho. Isto já para não falar em pens de origem desconhecida que têm entrada barrada logo à partida.


A razão para tamanho excesso de zelo é simples. Trabalhar com estes objectos não me levanta muitos problemas, mas consertá-los ou remediar avarias é coisa para me dar alguma dor de cabeça e muita dor no bolso. Ora portanto, ver só mesmo com os olhinhos.

Vem aí a época das monções...


... outra vez.