sábado, 4 de agosto de 2012

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Constatações de quem já não pode mais com isto

Tenho nas unhas o mesmo tom de vermelho da caneta que estou a usar para corrigir exames!

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Sobremesa

Um café, um docinho e mais relatórios de estágio para corrigir. Afinal está menos calor e a luz ao fundo do túnel que sinaliza as férias já começa a piscar...

Os não saldos

Saí de casa para ir ao supermercado comprar água, entretanto passei pela Zara com a ideia de espreitar os saldos e, se valesse a pena, comprar uma pechincha. Bem sei que o meu estado mental anda a escassos milímetros da letargia e eu também não me esforcei muito a procurar as ditas pechinchas, mas fez-me impressão ver tanta gente e tanta roupa feia (e cara) no mesmo espaço. Desisti e fui embora. Ainda bem que o objectivo era ir comprar água, porque sair de casa virando costas a vinte e quatro relatórios de estágio para regressar à mesa de trabalho com as expectativas completamente goradas só me faz mal e para isso já me basta este bafo de leste.

domingo, 22 de julho de 2012

E todos os ais são meus...



...porque cada pequeno músculo deste pequeno corpo pede férias grandes.

sábado, 21 de julho de 2012

Final do ano lectivo...

...é a altura em que demoro mais tempo a concentrar-me do que propriamente a realizar qualquer tarefa (escolar, sim ainda ando nesta vida).

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Este lugar não é para fracos




Dantesco e já perdi a conta ao número de vezes que ouvi este adjectivo hoje. As fagulhas chegam de todo o lado e com elas vem mais um ai, um rol de queixas e lamurias sentidas. Nas ruas as pessoas partilham histórias e versões diferentes do mesmo fogo, mas também partilham a ansiedade que lhes carrega as feições. Vivem-se tempos difíceis na Madeira, como em muitas outras regiões, mas aqui sobreviver significa caminhar contra o vento, desafiar escarpas, conhecer todas as artimanhas da natureza para tirar partido dela em proveito dos que cá estão e dos que cá vêm.
Aqui não há excepções e todos aprendem desde cedo a lutar. São todos mais fortes porque os bens que têm não lhes caem no colo. Hoje houve muitos olhos que não sustiveram as lágrimas diante do vazio, da terra queimada, dos haveres perdidos e da esperança desacreditada. Hoje (re)começa a (re)contrução.