Mostrar mensagens com a etiqueta coisas que eu recordo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta coisas que eu recordo. Mostrar todas as mensagens

sábado, 30 de janeiro de 2010

4 turmas de testes para corrigir

Entre hoje e amanhã arranjarei for sure uma tendinite algures entre o ombro e a mão direita.
[Há uma semana atrás, por esta hora estava bem mais: alegre / divertida / bem acompanhada / quente / informada /inebriada /descontraíada etc e tal... ]
[E não, não é para riscar aquilo que está errado, porque todas as opções estão correctas.]

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Nem quentes, nem boas


Embrulhadas em jornais velhos ou na jurássica versão impressa das Páginas Amarelas, compradas na praça no Sr. das Castanhas ou assadas no forno de lenha da avó, desde que me conheço como gente que o dia de S. Martinho é celebrado a rigor. Hoje, talvez por ainda não ter cá chegado o frio a lembrar o dia, troquei o cartucho de castanhas pelo gelado na esplanada e a verdade é que sabe bem fazer a fotossintese fora da época balnear.
Por aqui, característico da data só mesmo o tradicional verão de S. Martinho.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Recordar é viver (nem que seja repetido)


A propósito do Tratado de Lisboa, muito se falou, por estes dias, da Irlanda e da sua capital Dublin. Durante os escassos minutos que durou a notícia no Telejornal voltei a acordar no Portobello B&B com torradas, doce de amora e boa música ao pequeno-almoço, a passear por O’Connell Street, a posar ao lado da Molly Malone, a contar as pontes sobre o rio Liffey, a suster a respiração ao passar pelo Clarence Hotel dos U2, a voltar aos livros da faculdade no Writers Museum, a brindar no Temple Bar e literalmente a beber de toda a história da Guinness…
Eram bons os tempos em que se visitavam as capitais europeias só porque ficavam ali ao lado e porque ir ali ao lado só custava 40€. A insularidade, dói-me tanto aqui no bolso…

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Comodismo

Há dois anos que esta palavra mudou todo o sentido de uma vida. Jamais deixou de ser indiferente, mas nunca mais gostei dela e poucas ou raras vezes a apliquei. Folheei todos os dicionários, usei todos os livros, gastei todos os sinónimos. Foi a força com que se despreza um conceito que me fez buscar todos os sinónimos. Comodista? Às vezes sinto que tenho a resposta, outras não. Agora sei que tenho um desenlace, mas ainda me faltam os de permeios.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

As ginjas

As arrumações de cantos e recantos propiciam descobertas inesperadas. Hoje deparei-me com um frasco de ginjas bem conservadas no respectivo conteúdo alcoólico. Provei uma e depois outra e mais umas quantas. Sabor? Intacto. Proveniência? Caseira [a mesma da compota de figo e ananás]. Memórias? Umas quantas tardes no campo, entre conhecidos e desconhecidos, além fronteiras terrestres, além imaginação...