sábado, 17 de outubro de 2009

Aqui...


...janta-se.
...conversa-se.
...divaga-se.
...ri-se.
...contorce-se a rir.
...escuta-se o mar.
..regressa-se a casa a flutuar e, eventualmente, volta-se.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Blind Order

Nestes últimos dias tenho passado a pente fino tudo o que é estante de livrarias, papelarias, parentes próximos ou por afinidade. Tudo porque busco desesperadamente uma gramática que obedeça aos seguintes requisitos:



  • explicações gramaticais simples e concisas;

  • frases exemplificativas e esquemas perceptíveis;

  • grafismo apelativo - nada de muita macacada nem bonecos idiotas;

  • exercícios e respectivo livro de soluções;

  • divisão por tópicos clara e objectiva.


Acabei por encontrar isto e fiz a encomenda assim à confiança já que não consigo obter mais informações.



Espero que corresponda no mínimo a metade dos requisitos, senão vai doer pagar tanto de livro como de portes de envio...

Wish me luck.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

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As neuras são coisas aborrecidas. As correrias quotidianas também. Acho que andei a enervar-me à sorte ou talvez fosse apenas o peso da responsabilidade a tomar conta de mim. Seja lá como for são tudo coisas sem interesse quando temos um lanche assim.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

A Schwiegermutter do Valente



O que eu não daria para estender esta fraqueza na minha praia e ficar ali à espera da bolacha do Valente, aquela que não está fria nem está quente.
Vivam as sogras estaladiças, poliglotas e bem-humoradas!
Hello?? Chamou??

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Noves fora, nada

Da minha relação com os números não há muita coisa que se possa dizer ou escrever. Refiro-me a coisas dignas de registo ou de interesse geral. Eu e os números fomos muito felizes na infância, mas algures na passagem do básico para o preparatório deixámos de nos entender. Foram tempos crueis aqueles em que começaram a misturar letras com algarismos em equações de não sei quantos graus, a arranjar parentescos entre números ou a apelidar o pobre do X de incógnita. Semi-conformada de que sou pouco mais do que um zero em cálculos, involuntariamente engano-me nas contas e, embora procure estar mais atenta, já nem conto as vezes em que me trapacearam no troco.
Hoje em dia, mulher feita e com todos os traumas pueris devidamente compartimentados, sorrio perante o meu novo vício que são as countdown boards, vulgo contagens decrescentes. Há sempre uma no desktop do meu computador. Vejo-a todos os dias mesmo sabendo de cor quantos dias faltam para o acontecimento marcado. Dou-me muito bem com esta matemática de calcular os dias adiante que não dá erro só porque esqueço os dias que vão de trás.
Faltam 37 dias.

sábado, 10 de outubro de 2009

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Hoje, enquanto almoçava estava a ver o telejornal e tentar perceber pelo menos uma das sete possibilidades de Portugal ficar apurado para o Mundial da África do Sul. Entre derrotas e vitórias, golos marcados e golos sofridos acabei por dar mais atenção ao que tinha no prato e alheei-me daquelas fórmulas matemáticas maquiavélicas.

Mais logo, à hora do jogo, vou jantar fora e espero que no restaurante, em vez de relato ambiente, haja música ambiente.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Divagações

Arruada rima com foleirada.
Eu tenho vergonha dos políticos das fanfarras, dos "passou-bem", dos isqueiros, calendários e aventais em forma de brinde.