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domingo, 4 de dezembro de 2011

Uma convivência difícil

Já me passou pela cabeça explicar aos meus vizinhos que se vive de dia e se descansa à noite, mas pareceu-me exagerado impor aos outros os meus horários. Agora ando aqui a moer a cabeça à procura de uma forma subtil e eficaz de demonstrar que eles podem viver à hora que quiserem desde que os ecos da sua vidinha não se façam sentir em minha casa. Não está a ser fácil.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Partnership


A pessoa passa a semana inteirinha a ouvir afrontas e a vê-las passar diante dos olhos. Fica com a certeza absoluta de que se tivesse o poder de alterar o calendário, esta semana seria simplesmente apagada do mapa dos dias. Até que apareces tu e me dizes que ultimamente te tens lembrado de mim e eu fico tão, mas tão feliz, não por também te ter lembrado tanto por estes dias, mas essencialmente porque, de quando em quando, faz mesmo bem ter uma prova de que a nossa sintonia não se perdeu nem um pouquinho só porque entre nós se instalou um oceano importuno.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Do presente e do que se deseja para o futuro


(...)Só há liberdade a sério quando houver
a paz o pão
habitação
saúde educação
só há liberdade a sério quando houver
liberdade de mudar e decidir
quando pertencer ao povo o que o povo produzir.

Liberdade, Sérgio Godinho

sábado, 6 de novembro de 2010

...


Tonight... maybe this morning...

I would rather say every saturday morning... every single morning...




quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Pecados meus


Não gosto de animais e não acho que isso faça de mim má pessoa [ou pelo menos uma pessoa pior do que aquilo que assumidamente sou]. Tenho a frontalidade de dizer que não gosto dos bichos e que não os quero em minha casa. Antes isso do que gostar muito do Boby, mas deixa-lo sozinho e fechado em casa o dia todo ou adorar a Tareca durante o Inverno, mas manda-la janela fora no Verão porque já não é precisa para aquecer os pés.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Escutar sem ser escutado

Assim como quem combina a mala com os sapatos, habituámo-nos a ter por perto um leque de pessoas que melhor condizem com o nosso humor, com determinado estado de espírito. Por vontade ou por capricho sabemos ter sempre por perto alguém que acompanhe as tendências para uma produtiva ida às compras, as pessoas mais divertidas que nos garantem momentos de farra e boa diversão, amigos dotados de pragmatismo e clarividência para verem por nós aquilo que nos está demasiado próximo, simultaneamente diante dos olhos e longe da razão. Sabemos de forma inata fazer escolhas, servimo-nos delas para depois esquecer apenas porque ainda não (res)surgiu a necessidade de as usar. É sempre assim. Uma vez. Fechou-se a porta. E outra. Desligou-se o telemóvel. E mais outra. Não houve tempo.
Era tão mais simples se as pessoas percebessem que quem escuta também precisa de ser escutado, que ouvido humano não pode ser descartado.
Quem é que ainda guarda o hábito de auscultar a pessoa que está do outro lado?

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Ena pá!! Tantos

Querem razões para visitar a Madeira?
Espreitem ali em cima e encontram tantas, bastantas :)

segunda-feira, 1 de março de 2010

Março...


... amoroso faz o ano formoso.
[Além disso é do conhecimento geral que o amor e a formosura fazem as pessoas mais leves, singelas e risonhas. São atributos que fazem toda a diferença.]