quinta-feira, 11 de março de 2010

segunda-feira, 8 de março de 2010

Mulherices


É dia da mulher, mas em abono da verdade há que reconhecer que os homens (os tais, aqueles MESMO a sério) são como o Scotch-Brite... não podemos viver sem eles.
E também não vale de nada usar uma imitação.

domingo, 7 de março de 2010

Losing touch?! Keep in touch :)

i can read

Mas devia, não é? Aliás, aos anos que ando a treinar isto devia ser pro no assunto, mas não sou. Sou isso sim uma verdadeira desgraça no que toca a goodbyes depois de estadias mais prolongadas do que o esperado e quando esse goodbye vem com um bitterbitter taste de deixar para trás quem não pode ficar para trás e um extra bitter taste de saber que não vou estar onde queria mesmo estar. Valem-me algumas pessoas* e os respectivos telemóveis nos quais confio mais do que na providência divina.
*Muito e muito obrigada, fiquei cheia de feliz e não é fácil operar em mim esse milagre à uma da manhã!

Fitness is a battle* [bem que o slogan avisava]


Aqui pela ilha ainda há muita coisa antes-20-de-fevereiro e pós-20-de-fevereiro. Uma das coisas que era mas já não é, pelo menos por enquanto, é o meu querido e adorado ginásio. Sim, para mim o ginásio tinha estes atributos. Era aconchegadinho, às vezes estava demasiado atafulhado de pessoas para o meu gosto, mas pelo menos não havia muitos daqueles seres que andam para lá a pavonear-se em em frente aos espelhos todas maquilhadas e com decotes até ao umbigo que de cada vez que dão um saltinho têm de se certificar que as ditas cujas não vieram à janela ver se estava bom tempo.

A falta de um ginásio aqui nas redondezas seria a desculpa perfeita para assumir com toda a legitimidade que posso engordar que nem uma mula para a seguir deprimir e lamuriar-me não sem antes rejeitar qualquer vislumbre de sentimento de culpa por enfardar tudo o que me aparece pela frente.


Pois que não é bem assim:


  • no ginásio sinto-me uma Super-Menos de cada vez que aumento duzentos gramas na carga durante aulas de Pump;

  • a maldita ginástica rítmica que a minha mãe me obrigava a frequentar no clube lá da terra deu-me elasticidade suficiente para fazer alguns exercícios de Balance melhor que muito boa gente lá do ginásio;

  • e agora sem as aulas de Combat como é que eu vou fazer de alguns dos meus alunos [e colegas e directores...] autênticos sacos de porrada!?

Estou há uma semana na ilha e há três sem mexer uma palha ginasicamente falando e a ressaca já vai assim. Avizinham-se tempos difíceis, por isso se me virem subir e descer freneticamente as escadas do prédio não me internem, levem-me ao ginásio! Agradecida.

*Fitness is an addictive battle [I shall add]

sábado, 6 de março de 2010

...

Quando tenho testes para corrigir só me apetece arrumar a casa. Quando tenho de arrumar a casa só me apetece corrigir testes. Hoje tenho as duas coisas para fazer e só me apetece fugir daqui.
[É paradoxal. Eu sei. Já houve gente internada por menos. Eu também sei.]
Claro que isto não tem nada a ver com nada. O que acontece é que há coisas bem mais interessantes a acontecer longe daqui e eu não estou lá para (convi)ver. Oh shit!

sexta-feira, 5 de março de 2010

Quando a lei do mais forte se torna a atitude dos fracos


Anteriormente confinado aos muros da escola, os últimos acontecimentos em Mirandela trouxeram para as machetes dos jornais e para os debates de opinião pública o tema da violência escolar.

Todos reconhecem a sua existência, mas afinal parece que pouco se faz para responsabilizar os culpados e diminuir os casos de bullying. É a todos os níveis lamentável que toda esta celeuma tenha sido despoletada por uma situação limite de um adolescente que não encontrou outros meios para enfrentar o que lhe estava a acontecer. Mais lamentável, eu diria mesmo caricata, é a atitude da associação de pais da escola que veio prontamente sacudir a água do capote arredando-se de responsabilidades que um afoito grupo de pais de alunos queixosos se apressou a imputar-lhe.

Mas afinal onde começam e onde terminam as ditas fronteiras que delimitam a intervernção no âmbito escolar? Qual é a responsabilidade do Conselho Executivo da escola neste caso em particular e em tantos outros que todos conhecem mas ninguém denuncia? E os professores que sinalizaram [ou talvez não] o aluno? E os pais que apresentam queixas relativas a maus tratos na escola mas mais não fazem [ou talvez não saibam como fazer mais alguma coisa]?

Parece-me louvável o esforço de tornar mais visível a acção de pais e encarregados de educação junto do percurso escolar dos alunos, responsabilizando-os, fazendo-os conhecedores e agentes activos em todo este processo. No entanto, há ainda um longo caminho a percorrer para que este binómio dos alunos que agridem e dos que são vítimas de agressão deixe de ser o reflexo daquilo que todos os dias nos entra dentro de casa nos noticiários e nos passa diante dos olhos em vários quadrantes da sociedade sempre que a lei do mais forte é imposta aos mais fracos.


[Saber quem é o mais forte e quem é o mais fraco nesta história é assunto para outra conversa.]

segunda-feira, 1 de março de 2010

Março...


... amoroso faz o ano formoso.
[Além disso é do conhecimento geral que o amor e a formosura fazem as pessoas mais leves, singelas e risonhas. São atributos que fazem toda a diferença.]