A solidariedade e ela só é o que move as pessoas que aos milhares se uniram em torno do mais recente e mais mediático caso de uma criança que precisa de um dador compatível para sobreviver.
Num país de pessoas tão amigas do próximo e tão disponíveis para os seus semelhantes é admirável verificar que, num dia de semana, se formem filas intermináveis de pessoas que vão doar só porque sim ou, na melhor das hipóteses, porque se trata de pessoas bondosas que estão a fazer o bem em troca de uns momentos de tréguas com a sua consciência.
Não, ali não está ninguém ao engano a pensar que já se pode iniciar o processo para doar medula e ao mesmo tempo registar o euromilhões.
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