terça-feira, 29 de novembro de 2011

Uma manhã estremunhada

Um relógio desregulado acordou-me hoje uma hora antes do previsto. Ainda refilei entredentes contra o frio e contra o sono, mas a necessidade de aproveitar bem os últimos momentos em casa fez-me saltar da cama para, logo a seguir, me surpreender com o cenário que a foto revela. 
Tomei o pequeno-almoço sintonizada nas notícias do dia, cirandei de robe pela casa, aqueci-me num duche rápido, mas só acordei verdadeiramente a meio da manhã quando a neblina deu lugar a uns tímidos raios de sol. Andei num pé e noutro, fiz tudo o que planeei e, no fim, sentei-me a apreciar a obra feita. 
Está tudo bem do lado de cá e só me separo deles por mais três [as últimas]semanas de trabalho.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

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Ter a casa só para mim durante uma tarde inteira significou despachar todos os testes que tinha para corrigir. Foi uma sede tal que me deu para espalha-los no sofá onde eu já me tinha instalado de almofadinha nas costas (à velha) e manta nas pernas (à velha, queriam o quê?). À minha direita um molho de considerações semelhantes sobre sociedades de consumo, à esquerda o alento do sol que me chegava pela cortina entreaberta.
A turma maior já foi e a greve também já foi. Paciência. Tinha mais que fazer.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Até ao tutano

A solidariedade e ela só é o que move as pessoas que aos milhares se uniram em torno do mais recente e mais mediático caso de uma criança que precisa de um dador compatível para sobreviver.
Num país de pessoas tão amigas do próximo e tão disponíveis para os seus semelhantes é admirável verificar que, num dia de semana, se formem filas intermináveis de pessoas que vão doar só porque sim ou, na melhor das hipóteses, porque se trata de pessoas bondosas que estão a fazer o bem em troca de uns momentos de tréguas com a sua consciência.
Não, ali não está ninguém ao engano a pensar que já se pode iniciar o processo para doar medula e ao mesmo tempo registar o euromilhões.

domingo, 20 de novembro de 2011

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E porque é que estas [e muitas outras] malas da Zara são tão acessíveis?
Não é que a minha vida dependa disto mas é por estas e por outras que vou continuar a fazer o Inverno com duas malas - uma cinzenta [sim, porque em preto parece-me tudo feio] e outra castanha.
Para os tempos que correm parece-me bem bom...

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Sempre a somar


E em abono da verdade falta dizer que eu sou muito mais bonita do que a pessoa da imagem!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

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O que eu sei é que daqui a um mês estou, praticamente, de férias. E valha-lhe me isso...

domingo, 6 de novembro de 2011

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Mãe que é mãe sente antes de saber. A minha sabe perfeitamente que, apesar de eu não pertencer àquele tipo de pessoas que começa a planear a refeição pela sobremesa, quando o assunto é arroz doce a conversa é logo outra.
Ontem apetecia-me arroz doce, mas não me apetecia desarrumar a cozinha que tanto trabalhinho me tinha dado a arear. Ao lanche tentei trapacear o apetite com dois caladinhos que a santa da minha avó me tinha enviado. Andei enganadinha até hoje a pensar que tinha conseguido ser mais forte que a gula, mas não... A minha mãe acabou de me contar que esteve a fazer arroz doce segundo uma receita nova que tinha resultado muito bem e à medida que ela falava eu desligava-me dos ingredientes e dos tempos de cozedura e só sentia água a crescer-me na boca.
Seria tudo bem simples se eu pudesse passar lá em casa mais logo para (a)provar e copiar a receita. Está visto que mais dia menos dia vou ter de tratar deste assunto...

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Se em Novembro ouvires trovão


o ano será bom.

E docinho peço eu ,porque a avaliar pelos últimos posts ando com muita falta de açúcar no sangue...